

- Full Name: Jeon Sunhee
- Nicknames: Sunny
- Age: 17 anos
- Sexuality: asexual homoromantic
- Date of Birth: 14 de julho
- Place of Birth: Seul, Coréia do Sul
- Gender & Species: Femenino, mutante
- Current Location: Nova Zelândia
- Power: Super elasticidade
- Languages: Coreano e uma noção básica de inglês
- Religion: tba
- Education: tba
- Occupation: tba
- Drinks, Smokes, & Drugs: no, no, no
&. PERSONALITY
- Zodiac Sign: Câncer
- MBTI: INFP
- Label: tba
- Likes: sua família, balé, dançar em geral, sua gatinha Bipa, flores, florestas e plantas, cor-de-rosa, dias ensolarados, maquiagem, música clássica, ganhar, tules, sapatilhas de ponta, contar histórias, seus machucados, elogios, sorrisos, filmes clássicos da Disney
- Dislikes: comer, ela mesma, ser mutante e o seu poder, ataques de pânico, ficar longe da família, desapontar as pessoas, ficar sem dormir, quando as pessoas que ela ama se machucam, brigas, barulhos altos
- Bad Habits:
- Secret Talent:
- Hobbies:
- Fears:
- Five Positive Traits:
- Five Negative Traits:
- Other Mentionable Details: Síndrome de Pânico, bulimia, insônia
&. APPEARANCE
&. FAMILY INFORMATION
- Parent Names: Jeon Haneul (mãe) e Jeon Seokmin (pai)
- Parent Relationship: Sunhee sempre foi muito apegada aos pais e faria de tudo por eles. Um de seus maiores medos seria desapontá-los. Com o tempo, sua mãe tornou-se extremamente cobradora e exigente, o que acabou fazendo com que a filha desenvolvesse síndrome de pânico e distúrbios alimentares. Sunhee nunca colocaria a culpa nela, se a mãe a cobra, realmente é culpa sua culpa por estar faltando. Sente muito medo por estar longe deles, só queria voltar pra casa e escutar que vai ficar tudo bem enquanto chora nos braços da sua mãe, mas não consegue parar de pensar que a mesma deve ter tanto nojo de Sunhee quanto a garota tem de si mesma.
- Sibling Names: Jeon Jiwon (irmão mais novo)
- Sibling Relationship: Jiwon é uma das coisas mais importantes para Sunhee, e a garota também faria de tudo por ele. Desde sempre foram muito próximos e Sunny tem muito medo de que o garotinho sorridente tenha a felicidade arrancada cruelmente do jeito que ela teve. Se pudesse, faria de tudo para que isso não acontecesse. Sente saudades dele todos os dias, se pergunta o quanto ele já cresceu, se acabou tendo sua primeira namorada, se está estudando bastante para entrar na universidade de artes que Jiwon tanto quer entrar. Também se pergunta muitas vezes se ele sente sua falta também, ou se a vê como um monstro.
- Other Relevant Relative: none
- Children: none
- Pets: Bipa, uma gatinha siamesa
• Nascida em uma família simples na capital da Coréia do Sul, Jeon Sunhee cresceu humilde, amada, e acima de tudo, feliz. Bastava a companhia de seu irmãozinho mais novo, sua gata Bipa e alguma música de fundo para que eu coração se enchesse de alegria. Tinha muito interesse também na dança, que acabou se desenvolvendo em uma paixão quando começou a fazer aulas de balé. Quem visse a garota de longe, apresentando alguma peça com a delicadeza e perfeição de alguém que nasceu para dançar, roubando o foco mesmo quando estava sempre fazendo papéis secundários, nunca adivinharia que a mesma gostava de brincar ao ar livre e se sujar, sempre voltando pra casa com um machucado ou cinco.
• Nunca tinha parado para prestar atenção em si mesma pois estava sempre muito ocupada na sua própria cabeça. Para Sunny, que sempre achava um lugar novo para se esconder quando sua mãe a perseguia mandando-a pentear os cabelos, isso não tinha a mínima importância. Mas a cada ano que passava, cada apresentação concluída com sucesso e perfeição e cada cartinha anônima que recebia sobre seus brilhantes e enormes olhos na escola, os comentários que recebia enaltecendo sua beleza aumentavam junto. Pensou então nos hematomas e machucados que cobriam suas pernas e resto do corpo debaixo da meia calça e da maquiagem pesada e o que as outras pessoas achariam dela caso os vissem. Relutantemente (até porque não eram simples machucados - eram histórias! Eles mostravam quantos piratas já derrotou e de quantos monstros já fugiu.), Sunhee começou a se cuidar mais, com medo de ter que desistir do seu sonho de ser uma bailarina famosa por conta da sua imaginação fértil. Claro, isso não significa que largou totalmente as tardes ensolaradas ao lado da capitã Bipa e o seu irmão super-herói. A garota apenas tornou-se mais cuidadosa.
• Infelizmente, Sunhee não tinha sido tão cuidadosa quanto pensara. Depois de algumas competições e muitas medalhas ganhadas, a garota decidiu que precisava de férias da perfeição. Férias, para a mãe da garota (que com o tempo tornou-se muito exigente sobre o balé), durava apenas um fim de semana, então logo depois encontrou-se à frente dos espelhos que tanto amava. Não se sabia se era apenas o cansaço das infinitas lições da escola e do treinamento árduo misturados juntos com a perca da energia que tinha quando criança, mas Sunhee sentia que estava morrendo por dentro aos poucos. Nunca pensou que chegaria a esse ponto, principalmente por algo que considerava sua principal prioridade e amava tanto, mas mais vezes do que gostaria de admitir, encontrou-se chorando á noite em cima dos cadernos e livros de estudo e tendo ataques de pânico cada vez piores antes de apresentações.
• Tudo isso estava assustando e confundindo Sunhee. Ela não entendia como não conseguia sorrir como antes, como não conseguia mais contar tudo para sua mãe, como as tardes ensolaradas foram substituídas por noites frias vomitando a janta no banheiro, como a vontade de dançar o dia todo desaparecia diante os seus olhos. Ela não queria isso, queria ser a Sunny sorridente que era, queria continuar orgulhando sua mãe com a sua graça e perfeição. E a garota nunca foi do tipo de reclamar, então usou isso ao seu favor e continuou como se nada tivesse mudado e trabalhou duas vezes mais, tanto na escola quanto no balé. E o fato de não gostar de reclamações que preocupou extremamente seus pais quando Sunhee começou a fazer exatamente isso. Não muitos dias depois de suas pequenas férias, a garota começou a sentir dores muito fortes nas juntas do corpo todo, a impossibilitando de dançar. Os médicos não conseguiram achar uma explicação para as dores, então supondo que era apenas cansaço e o sobrecarregamento (Sunhee pensou nos seus hábitos alimentares também, mas preferiu não comentar sobre), colocaram-a sobre observação e a garota teve que passar alguns dias de cama no hospital. Isso era exatamente o que Sunhee não queria, mas manteve a boca fechada, afinal o descanso era mais do que merecido.
• A dor parou subitamente não muito tempo depois, Sunny não sentia mais nem um resquício do incômodo nas juntas. Isso só fez que todos ficassem ainda mais confusos, mas o alívio prevaleceu e a garota voltou a rotina que estava até mesmo um pouco pior, pois começara a se preparar para um de seus maiores números. Para uma bailarina mais experiente, era algo insignificante, mas aos olhos da garota, era sua chance de ficar mais reconhecida. Tinha voltado do hospital mais determinada do que nunca, e também percebeu que os movimentos vinham mais naturalmente, seu corpo movia-se com mais delicadeza ainda. Apesar de que estava ciente de que o pânico e o medo viriam, nunca poderia ter se preparado para o que sentiu antes de pisar no palco. Foi tão esmagador e sufocante que levou duas horas para que finalmente conseguissem acalmá-la (depois de alguns medicamentos, claro) e para que a maquiagem fosse retocada, mas Sunhee não conseguia evitar a sensação de que tinha algo muito errado, extremamente errado. Ela só queria se virar e sair correndo, mas seus pensamentos estavam meio borrados e ela se sentia um pouco tonta, e suas próprias lágrimas de medo eram melhores do que a de decepção dos pais e do irmão, então virou-se e fez o que tinha que ser feito do único jeito que sabia; com graça e perfeição.
• Sunny deveria ter corrido para o mais longe possível, rapidamente, sem olhar para trás, porque ela estava certa, tinha algo extremamente errado, e aquela seria sua última vez no palco. Aparentemente, em algum momento da apresentação, seus braços começaram a se esticar sem parar, de um jeito bizarro e absurdo que só poderia significar uma coisa: mutante. Sunhee não consegue se recordar de todos os detalhes, pois sua visão estava embaçada e não conseguia pensar direito, mas nunca vai se esquecer dos gritos que ecoavam nas paredes acústicas e do pânico tangível que preencheu o lugar. A última coisa que viu antes de apagar completamente foi o rosto de sua mãe e mais policiais do que conseguia contar correndo em sua direção.
• Quando acordou, descobriu que estava num metrô a caminho da Nova Zelândia, mais especificamente para Bradcliff, que de acordo com os inúmeros policiais que estavam ali, era para o meu bem, uma cidade para mutantes. Não teve a chance nem de se despedir da família, não tinha celular e não sabia falar inglês. A garota encontrou-se vazia, não conseguiu derramar uma lágrima sequer. Envés do medo, sentia-se envergonhada e enojada de si mesma. Era uma aberração, uma coisa feia e horrível; seu maior medo tornou-se realidade.